terça-feira, 7 de abril de 2015

A Páscoa





E a Páscoa de 2015 já se foi.
Passou assim de raspão, foram 4 dias de sol maravilhosos que deram para descansar e desanuviar.
Se por um lado passaram rápido por outro renderam o suficiente para desligar, os dias solarengos ajudaram e entre passeios e reuniões com família e amigos os problemas desapareceram.
A verdade é que hoje me custou imenso sair de casa para trabalhar, estar enfiada num escritório o dia todo com um sol maravilhoso lá fora não está propriamente entre as minhas coisas favoritas, de todo.
Ontem ouvi alguém dizer- “Para estar fechada o dia todo num escritório a pessoa não pode ser nervosa…” Ou então pode e depois processa o stress para dentro, suspira a olhar para a janela e quando chega a casa fica elétrica porque acha que vai conseguir fazer tudo e mais alguma com as restantes horas do dia.
E depois de uma pausa de 4 dias só conseguimos pensar em férias… Porque afinal férias são como todas as coisas boas, quanto mais temos, mais queremos.

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Manuel de Oliveira




"Se há uma coisa que nos torna pacíficos, para o bem e para o mal, é a morte"
Manuel de Oliveria

Fica mais pobre o cinema :(
 

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Quando tiveres filhos tu vais ver… #1




Ouço tantas vezes esta frase nos últimos tempos que às vezes a vontade que tenho é de partir para a violência psicológica.

Toda a gente sabe que os pais deste mundo, especialmente as mães, na sua maioria, não gostam muito que se opine sobre a forma como lidam com as suas crias, a verdade é que as crias são delas e elas fazem o que bem entendem (excluo daqui casos de polícia).

Mas divertem-se a trocar conceitos de como se deve fazer e o que fazer, e a melhor teoria e uma série de coisas, e são as mães as que mais criticam outras mães. Mas se uma mulher ou homem que não tenha filhos se lembra de opinar está o caldo entornado porque uma pessoa que não tem filhos não pode ter opiniões sobre paternidade, educação ou seja o que for relacionado com o tema.

Duas coisas que me chateiam particularmente em situações distintas:

1 -Pessoa sem filhos opinar sobre como irá ou iria proceder quando tiver ou se tiver um filho. Quando a pessoa com quem está a ter uma conversa minimamente civilizada fica sem argumentos atira o chavão – Quando tiveres filhos tu vais ver!

2- Pessoa sem filhos fala das suas atividades dos tempos livros, explica a importância das férias, da atividade física, de momentos de descontração e diz com a melhor das intenções a alguém que por acaso até tem filhos que devia começar a praticar exercício físico para bem da sua saúde, a pessoa começa logo com a clássica desculpa do não tenho tempo, a pessoa sem filhos tenta explicar que com a motivação e organização certa tudo é possível, mais uma vez a pessoa fica sem argumentos e ataca com - Quando tiveres filhos tu vais ver!

Há uma parte do meu cérebro que começa a questionar-se se esta frase não é mais do que parece ser, será que existe algum clube que se entra só depois de ser mãe e que nos formata a mente?
Será isto apenas uma constatação do óbvio, sim eu sei que só saberei o que é ser mãe depois de o ser. (Embora tenha uma ideia muito próxima do que deverá ser e o que se deverá sentir, tenho uma imaginação deverás ilimitada, e uma capacidade emocional de me colocar em situações que nunca estive, encarnar personagens para mim nunca foi difícil).

Ou será isto uma ameaça? É que tudo parece mágico mas será que nos estão a contar a verdade toda? Parece que estão dizer – Quando fores mãe vais ver o que é bom para a tosse!



terça-feira, 31 de março de 2015

As minhas séries # 3 - Fear The Walking Dead






No Domingo passado terminou a quinta temporada de The Walking Dead ao mesmo tempo que divulgaram o primeiro teaser da série Fear The Walking Dead, que segundo a AMC, irá centrar-se nos primeiros dias da epidemia e é uma espécie um spin off da série que lhe deu o nome.
Como fã incondicional da série The Walking Dead espero ansiosamente pelo Verão para ver como um conjunto de novas personagens irão reagir ao apocalipse de zombies.
Desengane-se quem pensa que The Walking Dead é uma série de terror com mortos-vivos, nada disso, é uma série que mostra como os humanos reagem em situações extremas revelando o seu melhor e o seu pior, testando os seus limites e a sua capacidade de sobrevivência.
Os walkers, como lhes chamam na série, ao longo da trama perdem protagonismo e passam apenas a fazer parte da paisagem como se fossem mais um predador na Natureza. As reações e interações humanas são o cerne da história e a evolução das personagens é fantástica.
Às vezes, confesso, algumas cenas deixam-me com os nervos em franja mas o stress não é forçado nem exagerado, a história está excelentemente bem construída, os diálogos muito bem pensados e as personagens são consistentes e muito bem representadas por um elenco fantástico.
Sem dúvida uma das melhores séries de sempre que entra no meu Top 5, mas não sei ainda definir o pódio.
Não há amor como o primeiro mas estou confiante que  Fear The Walking Dead não me irá desiludir.