segunda-feira, 30 de março de 2015

Haja paciência #1





Comecei logo por numerar este post porque podia fazer quase um post de hora a hora sobre coisas que me tiram do sério.
Eu não sou propriamente a pessoa mais paciente do mundo, sei sê-lo quando as situações requerem paciência e acima de tudo quando acho que merecem paciência.
Mas existem coisas para as quais não tenho sequer mínimos, pessoas com pouca inteligência mas que acham têm muita, pessoas dissimuladas, pessoas que se acham superiores e pessoas que adoram mostrar a sua suposta supremacia.
Ora se parece impossível conjugar isto tudo numa só pessoa, não é! Conheço vários exemplares e o pior é que ainda hoje tive um pequeno arrufo com um deles aqui no trabalho.
E tira uma pessoa 3 dias de férias para descansar e logo no primeiro dia de trabalho, zás já está a clamar por férias, especialmente destas pessoas.

terça-feira, 24 de março de 2015

WTF #1 - O meu coração está apertado - Tom Cruise é namorado de John Travolta?


O meu coração parou de bater por alguns segundos!
Tom Cruise e John Travolta são namorados há 30 anos avançou a revista norte-americana Star.
O quê? Como? Quando?

Segundo a revista, uma fonte terá mesmo confidenciado à "Star" que "John Travolta tornou-se obcecado por Tom Cruise depois de ver o filme Negócio Arriscado, em 1983" e indica ainda um sítio secreto onde os dois se encontram.

Esta notícia arrasa todos os meus sonhos da adolescência. E Tom tinha mesmo de ser o John? Essa pessoa tão dúbia e estranha? Ao menos que fosse alguém que nos levantasse suspiros, ou não, ao menos assim só se perde um cavaleiro andante.
Já não chegava o Matthew Bomer agora ainda ter de levar com esta notícia.
O meu coração está despedaçado.

sexta-feira, 20 de março de 2015

As minhas séries #2







House of Cards
Não a melhor série de sempre (é uma das melhores) mas tem, sem sombra de dúvidas, a melhor personagem de sempre – Frank Underwood!
A personalidade deste personagem é fascinante, a astucia, inteligência, a capacidade de manipulação, de planeamento e antevisão é simplesmente avassaladora.
É claro que ele não é nenhum menino do coro, nada disso é má pessoa, não mede meios para atingir os fins a que se propõe e atropela quem quer que seja que se atravesse no seu caminho.
Adoro especialmente a capacidade dele em transformar inimigos em aliados, não é fácil, é necessário muitas vezes resistir à tentação de acabar com eles em vez de os manipular como trunfos.
Todos nós temos um bocadinho de Frank Underwood, mas a grande maioria de nós sofre de remorsos, sentimentos de culpa e medo da reprovação e por isso resfriamos a nossa vontade de manipularmos. As mulheres por exemplo nascem com o dom da manipulação, mas muitas nunca lhe dão verdadeiramente uso intencional, já que o fazem inconscientemente a miude.
Mas a verdadeira razão de não haverem muitos Frank Underwood é, para além de ser necessário ter uma inteligência emocional acima da média, isso dar muito trabalho. Estarmos constantemente a medir as nossas ações com base nas consequências é complicado, não há lugar para a espontaneidade, para a franqueza e na maioria das vezes para a verdade. Quem quer viver assim? Sociopatas e pessoas que estão tão focadas num objetivo que alienam tudo o resto.
Algumas pessoas conseguem ser assim apenas numa esfera da sua vida, no trabalho encontramos uns quantos Frank Underwood que não olham a meios para atingir os fins, por sorte nossa e azar o deles, a maioria acaba sempre por descurar o próprio trabalho porque perde demasiado tempo a monitorizar o que os outros fazem e um outro Frank Underwood descobre-lhes o capote.
Na vida pessoal a coisa é pior, quando nos deparamos com alguém assim podemos demorar anos a descobrir que estamos a ser manipulados, algumas pessoas nunca chegam a descobrir.
O melhor exemplo são as mães que manipulam os filhos e eles nem se apercebem e acham-nas na maioria das vezes as melhores mães do mundo.
Aconselho vivamente a série não para que aprendam a manipular mas para que reconheçam os sinais de quando estão a ser manipulados.
Para além da personagem genial interpretada pelo não menos genial Kevin Spacey, uma pessoa de má índole mas que leva o espectador a nutrir por ela uma espécie de admiração que faz com que se deseje que consiga, o enredo e os restantes atores prendem-nos ao ecrã do primeiro ao último instante.